Respeito à cultura

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No começo do mês, um caso envolvendo indígenas chocou o Brasil. Para constar, esse chocou é uma hipérbole, só apareceu no Fantástico e tal, para dar uma idéia de como anda o jornalismo atual. O caso foi esse:
Seis índios são suspeitos de canibalismo em uma aldeia da tribo kulina, na cidade de Envira (AM). A vítima é Océlio Alves de Carvalho, 21 anos, deficiente intelectual, que desapareceu na tarde de 1º de fevereiro. O corpo dele foi esquartejado e encontrado por familiares, sem órgãos e vísceras, perto da aldeia, na terça-feira (3). A polícia informou ter ouvido uma testemunha, que afirmou ter visto os índios comerem órgãos da vítima. [Fonte]
Se fosse só um crime de assassinato em uma cidade qualquer isolada do mundo, nem estaria na mídia. Se fosse contra um deficiente mental, talvez. Se tiver suspeita de canibalismo, capa de jornal na certa. Não sei porque o espanto com o canibalismo; fazendo uma análise fria e crua, canibalismo não é diferente de necrofilia ou até mesmo doação de órgãos: estão dando uma utilidade ao morto, que somente morto não serve pra nada, mesmo que para fins nem tão nobres assim. O crime aí é o o homícidio, e não a possível prática canibal que tenha acontecido.

Onde quero chegar é no título do post: Respeito à cultura. Uma das práticas indígenas é o infanticídio; matar um récem-nascido por ter algum tipo de deficiência ou por serem gêmeos. Pesquisando sobre o assunto no google, encontrei mais alguns motivos para o infanticídio:
  • Desequilíbrio entre os gêneros sexuais;
  • Escassez de alimentos;
  • Violência sexual (Quê? O cara estupra e o menino que morre?);
  • Adultério (Quê? A mãe pula a cerca e o menino que morre?);
  • Relações incestuosas;
  • Nascimento de filhos de mães solteiras ou viúvas (?);
  • Depressão pós-parto (?);
  • Nascimento da criança em posição invertida (com os pés antes da cabeça).
Sabe o que é pior? O Governo, Funai, etc. APÓIA! Somos nós os colonizadores, somos nós quem mandamos, se ao nosso ver é algo errado, proibamos. E daí que a cultura indígena foi integrada à brasileira? O infanticídio nada acrescenta à nossa cultura.

É como, já falando de religião, defenderem o apedrejamento de adúlteras em xxxx a.C porque era costume na época e está registrado em deuteronômio 22, 23-24. Se tudo que for costume for correto, então somos nós que mandamos em Deus, e não o contrário.

É como tribunais islâmicos no Reino Unido: o Reino Unido tem sua própria lei, não há motivo para criar leis específicas para os mulçumanos. Se querem a lei mulçumana, voltem para o Oriente Médio. Até porque muitos que viajam o fazem justamente por querer fugir da Sharia.

Essa cultura de politica e ecologicamente correto já está dando nos nervos. Querer sempre defender os mais fracos. Parece que nunca jogaram War.



A propósito, genial a idéia desse War in Rio.

Modinha de jornalista

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Imagem: Joe Sorren

De uns dois anos pra cá, percebo que, nos telejornais das três maiores emissoras da tv aberta, os apresentadores vêm comentando as notícias. Parece normal, todos têm liberdade de expressão, direito a pensar e apoiar o que quiser, não estamos mais na ditadura e tudo essa conversa de direitos humanos, mas pense bem: Para quê você se dá ao trabalho de ligar a tv e assistir ao telejornal, se você poderia estar vendo o programa da márcia, casos de família ou qualquer coisa menos útil? Para saber das notícias que porventura podem lhe ser úteis, não?

Depois dos jornais tradicionais que não costumam ter revisores e daquele jornal de R$ 0,25, os jornais que estão sobrando fazendo mais sucesso na minha cidade são os irrevenrentes (é créu), que sempre têm mulher pelada na capa para atrair aqueles que ainda compram playboy, costumam ser escrachados e, principalmente, parciais, sempre emitindo a opinião do jornalista, mesmo que depois venha a se revelar falha e o traficante que foi apedrejado por palavras fosse só o irmão gêmeo do real criminoso (isso já aconteceu).

Nos telejornais não é diferente, sempre há o apresentador falando a sua opinião, que na verdade nem é a sua opinião, e sim truísmos, por exemplo: numa notícia falando que São Paulo quebrou recorde de 530 km de engarrafamento, o apresentador fala "a solução seria expandir o rodízio de carros, proibir os caminhões de circularem durante o dia e criar mais vias de escape. Enquanto isso, a população vai sofrendo com a falta de infra-estrutura do trânsito paulistano". Sim, é verdade, mas disso todos sabemos, fale novidades. Pior ainda é que os apresentadores estão virando cada vez mais "atores": encenam uma conversa spoiler qualquer para introduzir à reportagem, do tipo
- Você já pensou em escrever em papéis de plástico, Sabrina*?
- Não, mas a idéia parece bem interessante, Eduardo*!
- Poisé, uma empresa lá do interior de Minas Gerais está investindo nessa idéia...
* Nomes Fictícios
O que não é de todo ruim, pois é hilário vê-los com um olho direcionado ao outro apresentador e outro olho direcionado à pilha de papéis em cima da mesa.

Mas para quê isso? Para passar a impressão de que é um jornal moderno, do qual os funcionários têm orgulho de participar? Eu leio um jornal em busca das notícias, eu não sou um qualquer que vai pela opinião dos outros, posso ter minha opinião própria, que pode ser ou não igual àquela que é apresentada no noticiário. Se eu realmente quisesse saber da opinião alheia leria um blog. Ou não. Opinião é o que está faltando na blogosfera atualmente.

Eu não gosto de cosplay. Pensando bem, eu gosto sim.

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Ontem estava eu inocentemente acessando o Sake com Sal quando de repente me deparo com ISSO:


Isso eu vi ontem. Fiquei LMAO. Hoje fui ver e continuei cagando de rir, preciso comprar umas fraldas. Cara, foi uma das imagens mais engraçadas que eu vi do começo do ano pra cá! Perto dessa imagem, qualquer desmotivacional me motiva! Definitivamente, eu adoro cospobre!


Sorry pelo post inútil, eu ia fazer um texto sério, mas não estou conseguindo me concentrar. LOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOL. E LOL é coisa de retardado.